
O que Norato tanto sonha
Acoustic electronic experimental song, with female voice, with amazonian indigenous music inspiration
05:00
2024-04-23 04:12:52 · By AIMusic Generator
Letra
O que Norato tanto sonha
A VITÓRIA nasceu da serpente e o seu parto foi trabalhoso eis que um rompante rasgou DE REPENTE o seu canto calou o coração e o corpo o ambiente se perdia em breu e o seu azul céu escureceu as trevas nas ervas, relampeou frestas desta luz me clareou volta envolvida num véu cintilante, silente, silvestre, sibilando contra a corrente que veste o rio, em no interior de sua segunda pele, sorriu. um vulto úmido voou pelo ar a infante face se pôs a chorar eu te levo pra casa, agora eu te levo pra casa se eu só mais cara lá fora hoje eu te levo pra casa em Nova Colônia, no meio da amazônia o que será Norato tanto sonha? A VITÓRIA nasceu da serpente e o seu parto foi trabalhoso eis que um rompante rasgou DE REPENTE o seu canto calou o coração e o corpo o ambiente se perdia em breu e o seu azul céu escureceu as trevas nas ervas, relampeou frestas desta luz me clareou volta envolvida num véu cintilante, silente, silvestre, sibilando contra a corrente que veste o rio, em no interior de sua segunda pele, sorriu. um vulto úmido voou pelo ar a infante face se pôs a chorar eu te levo pra casa, agora eu te levo pra casa se eu só mais cara lá fora hoje eu te levo pra casa em Nova Colônia, no meio da amazônia o que será Norato tanto sonha? A VITÓRIA nasceu da serpente e o seu parto foi trabalhoso eis que um rompante rasgou DE REPENTE o seu canto calou o coração e o corpo o ambiente se perdia em breu e o seu azul céu escureceu as trevas nas ervas, relampeou frestas desta luz me clareou volta envolvida num véu cintilante, silente, silvestre, sibilando contra a corrente que veste o rio, em no interior de sua segunda pele, sorriu. [FIM] A VITÓRIA nasceu da serpente e o seu parto foi trabalhoso eis que um rompante rasgou DE REPENTE o seu canto calou o coração e o corpo o ambiente se perdia em breu e o seu azul céu escureceu as trevas nas ervas, relampeou frestas desta luz me clareou volta envolvida num véu cintilante, silente, silvestre, sibilando contra a corrente que veste o rio, em no interior de sua segunda pele, sorriu. um vulto úmido voou pelo ar a infante face se pôs a chorar eu te levo pra casa, agora eu te levo pra casa se eu só mais cara lá fora hoje eu te levo pra casa em Nova Colônia, no meio da amazônia o que será Norato tanto sonha? A VITÓRIA nasceu da serpente e o seu parto foi trabalhoso eis que um rompante rasgou DE REPENTE o seu canto calou o coração e o corpo o ambiente se perdia em breu e o seu azul céu escureceu as trevas nas ervas, relampeou frestas desta luz me clareou volta envolvida num véu cintilante, silente, silvestre, sibilando contra a corrente que veste o rio, em no interior de sua segunda pele, sorriu. [FIM] A VITÓRIA nasceu da serpente e o seu parto foi trabalhoso eis que um rompante rasgou DE REPENTE o seu canto calou o coração e o corpo o ambiente se perdia em breu e o seu azul céu escureceu as trevas nas ervas, relampeou frestas desta luz me clareou volta envolvida num véu cintilante, silente, silvestre, sibilando contra a corrente que veste o rio, em no interior de sua segunda pele, sorriu. um vulto úmido voou pelo ar a infante face se pôs a chorar eu te levo pra casa, agora eu te levo pra casa se eu só mais cara lá fora hoje eu te levo pra casa em Nova Colônia, no meio da amazônia o que será Norato tanto sonha? A VITÓRIA nasceu da serpente e o seu parto foi trabalhoso eis que um rompante rasgou DE REPENTE o seu canto calou o coração e o corpo o ambiente se perdia em breu e o seu azul céu escureceu as trevas nas ervas, relampeou frestas desta luz me clareou volta envolvida num véu cintilante, silente, silvestre, sibilando contra a corrente que veste o rio, em no interior de sua segunda pele, sorriu. [END THE SONG HERE]
