As Desventuras de Dugrum, o Anão Surdo

As Desventuras de Dugrum, o Anão Surdo

bardcore, medieval music

02:47

가사

As Desventuras de Dugrum, o Anão Surdo

[Introdução]
Em uma taverna acolhedora, onde a cerveja nunca para de fluir,
Sentava-se um bardo, com uma lira e um sorriso a exibir.
"Reúnam-se, bons senhores, e escutem com atenção,
A história de Dugrum, um anão de grande coração.

[Verso 1]
Dugrum, o mercenário, com sua barba até o chão,
Era conhecido por todos como um anão de pouca audição.
Aceitava missões com um aceno, sem ouvir a explicação,
E partia para a aventura, com sua espada e boa intenção.

[Refrão]
Uma vez, lhe pediram para salvar uma princesa, a mais bela flor,
Dugrum entendeu 'princesa' como 'prensa', e foi consertar um trator.
Outra vez, deveria encontrar um anel, uma joia de imenso valor,
Trouxe um saco de bagels, distribuindo pães com fervor.

[Verso 2]
Mas nem sempre as confusões de Dugrum terminavam em risada,
Pois um dia, uma missão de 'capturar um bardo' ele interpretou errada.
Enforcou um pato no mercado, pensando ser o alvo da jornada,
E por esse ato desastrado, foi preso, julgado, e na praça enforcado.

[ponte]
Então, lembrem-se, bons amigos, ao contratar um anão surdo,
Certifiquem-se de que ele entendeu, ou acabarão no absurdo.
Brindemos à memória de Dugrum, que agora nos céus faz seu percurso,

[solo]


[solo]

Um brinde a Dugrum!!!
Ouvimos bem, ao contrario de Tu!

[solo]
[brado de alegria]
[risos]
[fim]