
As Desventuras de Dugrum, o Anão Surdo
Lyrics
As Desventuras de Dugrum, o Anão Surdo
[Introdução] Em uma taverna acolhedora, onde a cerveja nunca para de fluir, Sentava-se um bardo, com uma lira e um sorriso a exibir. "Reúnam-se, bons senhores, e escutem com atenção, A história de Dugrum, um anão de grande coração. [Verso 1] Dugrum, o mercenário, com sua barba até o chão, Era conhecido por todos como um anão de pouca audição. Aceitava missões com um aceno, sem ouvir a explicação, E partia para a aventura, com sua espada e boa intenção. [Refrão] Uma vez, lhe pediram para salvar uma princesa, a mais bela flor, Dugrum entendeu 'princesa' como 'prensa', e foi consertar um trator. Outra vez, deveria encontrar um anel, uma joia de imenso valor, Trouxe um saco de bagels, distribuindo pães com fervor. [Verso 2] Mas nem sempre as confusões de Dugrum terminavam em risada, Pois um dia, uma missão de 'capturar um bardo' ele interpretou errada. Enforcou um pato no mercado, pensando ser o alvo da jornada, E por esse ato desastrado, foi preso, julgado, e na praça enforcado. [ponte] Então, lembrem-se, bons amigos, ao contratar um anão surdo, Certifiquem-se de que ele entendeu, ou acabarão no absurdo. Brindemos à memória de Dugrum, que agora nos céus faz seu percurso, [solo] [solo] Um brinde a Dugrum!!! Ouvimos bem, ao contrario de Tu! [solo] [brado de alegria] [risos] [fim]
